Quem somos

APRESENTAÇÃO

A publicação do decreto-lei n.º43/2014, de 18 de Março deu lugar a um novo tipo de formação superior de curta duração, não conferente de grau, intitulada de curso técnico superior profissional (CTeSP). Estes ciclos de estudos serão ministrados pelo ensino superior politécnico e têm várias componentes de formação: uma componente de formação geral e científica; uma de carácter técnico e de especialização e uma última de formação aplicada sob a forma de um estágio.

Esta nova formação pretende a inserção de ativos qualificados no mercado de trabalho regional e para isso pressupõe a aproximação estreita entre as instituições de ensino superior politécnico e entidades económicas e sociais relevantes para a formação, pertencentes à mesma área geográfica (autarquias, empresas, escolas profissionais, associações empresariais).
Neste sentido, o Instituto Superior de Educação e Ciência (ISEC) desenvolveu uma estrutura de rede, a partir de agora designada rede Know-Now / Know-How, formada por diferentes entidades, designadamente empresas, associações profissionais, autarquias, escolas profissionais e outras instituições de Ensino Superior Politécnico.


OBJECTIVOS

  • Articulação das formações de nível 4, 5 e 6 ministradas pelos parceiros;
  • Concepção, a implementação e o desenvolvimento de CTeSP;
  • Produção de oferta formativa aplicável à realidade empresarial e pertinente para o desenvolvimento da região;
  • Articulação entre a oferta formativa dos parceiros da Rede e o mercado de trabalho;
  • Desenvolvimento e optimização da qualificação de ativos com capacidades de competitividade sustentadas.

A RELAÇÃO ACADEMIA – MUNDO EMPRESARIAL

Na realidade, o mundo empresarial sabe da importância do ensino superior (principalmente das escolas politécnicas com um ensino mais pragmático e próximo da economia e da sociedade) no desenvolvimento de produtos, serviços e sistemas de funcionamento organizacionais que as tornam mais competitivas num ambiente global. 

Esta valência assume maiores dimensões num país caracterizado por um tecido empresarial maioritariamente constituído por PMEs, onde as empresas não têm capacidades financeiras nem de recursos humanos para por si só implementarem estratégias de inovação, sendo esta proximidade ACADEMIA — EMPRESA um factor de aumento de competitividade ou mesmo de sobrevivência.